Jun222010
CONFISSÃO
Há desacordo no tempo,
Quando os ponteiros se desalinham
E ficam distantes
Embora ocupem o mesmo lugar
São os momentos distintos
Os de seguir, de caminhar
De refletir , de aguardar
Todos sagrados, no entanto
Mesmo que jamais se encontrem
Ora quero aconchego
Quiçá, a clausura
O abraço apertado
O beijo no canto da nuca
O olhar que acolhe
O colo que protege
A vontade constante
De simplesmente,
Estar junto...
Ora quero o vento
Tornado de liberdade
O abraço disponível
Apesar de tão distante
O beijo que se revele
Entre tantos,
Tantos tidos
A mão que não resvala
O olhar que denuncia
O colo que não renega
A vontade em duas vias
De simplesmente estar junto
Apesar de tão distintos...
Há desacordo no tempo,
Quando os ponteiros se desalinham
E ficam distantes
Embora ocupem o mesmo lugar
São os momentos distintos
Os de seguir, de caminhar
De refletir , de aguardar
Todos sagrados, no entanto
Mesmo que jamais se encontrem
Ora quero aconchego
Quiçá, a clausura
O abraço apertado
O beijo no canto da nuca
O olhar que acolhe
O colo que protege
A vontade constante
De simplesmente,
Estar junto...
Ora quero o vento
Tornado de liberdade
O abraço disponível
Apesar de tão distante
O beijo que se revele
Entre tantos,
Tantos tidos
A mão que não resvala
O olhar que denuncia
O colo que não renega
A vontade em duas vias
De simplesmente estar junto
Apesar de tão distintos...
Sindicação