Nov222008
E então...
No solo árido, já enxergo flores
No céu cinzento, constelações inteiras
No peito roto, há música ritmada
No cordel do futuro
Novos frutos, novos amores
Desfaço o alinhavo do viés do passado
Aperto meu passo, realidade concreta
Meu sonho noturno, tem nuanças , tem cheiro
Meu delírio poético, um sotaque mineiro
Estico o lençol amassado nos anos
Perfumo meu colo com a mais pura lavanda
Não mais me assustam os sóis diários no poente
O que era utopia, hoje chamo de planos
No solo árido, já enxergo flores
No céu cinzento, constelações inteiras
No peito roto, há música ritmada
No cordel do futuro
Novos frutos, novos amores
Desfaço o alinhavo do viés do passado
Aperto meu passo, realidade concreta
Meu sonho noturno, tem nuanças , tem cheiro
Meu delírio poético, um sotaque mineiro
Estico o lençol amassado nos anos
Perfumo meu colo com a mais pura lavanda
Não mais me assustam os sóis diários no poente
O que era utopia, hoje chamo de planos
Sindicação